Perdido na Comunicação

Como tudo. Como Todos.

PT vai reunir com IGAC para discutir combate à pirataria

Publicado por Wendell Fernandes Em Agosto - 13 - 2009
A Portugal Telecom irá reunir-se na próxima semana com a Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) para discutir o combate à pirataria na Internet, afirmou hoje, quinta-feira, à Lusa o director de comunicação da PT, Abílio Martins.
O responsável disse à Lusa que a PT solicitou uma reunião com responsáveis da IGAC porque “tem todo o interesse” em discutir o combate à pirataria na Internet, depois de ter sido notificada por aquele organismo para remover ou bloquear ’sites’ que disponibilizem conteúdos pirateados. Segundo Abílio Martins, a notificação foi enviada hoje pelo IGAC para o endereço electrónico do apoio ao cliente (16200), embora a inspectora-geral das Actividades Culturais tenha referido à Lusa que enviou a notificação terça-feira. “Não se compreende porque é que não nos mandaram uma carta para os serviços sociais ou para a sede social”, lamentou o responsável, dado que o endereço 16200 se destina a responder aos clientes da PT.
A IGAC notificou a PT, enquanto fornecedora de acesso à Internet, a remover e bloquear 28 ’sites’ que disponibilizam conteúdos pirateados, como filmes e música. Apenas quatro desses 28 ’sites’ são blogues alojados no portal Sapo e apresentam ligações que remetem para ’sites’ internacionais que permitem fazer descarregamentos ilegais, não pagos, de conteúdos como filmes, séries de televisão e álbuns de música. De acordo com Abílio Martins, a PT irá “avaliar jurídica e judicialmente” estes blogues, sublinhando que tanto a empresa de telecomunicações como o portal Sapo defendem uma política de combate a divulgação ilegal de conteúdos na Internet. “O Sapo é o maior portal em Portugal e por isso defende uma cultura de não ter conteúdos ilegais.
Temos uma equipa que existe para detectar e eliminar esses conteúdos. Detectam várias centenas por mês”, referiu. O portal Sapo tem uma equipa que monitoriza permanentemente os ’sites’ alojados na sua rede e, quando identifica conteúdos ilegais, informa o utilizador de que os vais eliminar. De acordo com a PT, a empresa de telecomunicações “não pode impedir o acesso a nenhum ’site’ a não ser que tenha uma ordem judicial”. As notificações da IGAC surgiram na sequência de denúncias feitas pelo MAPINET, Movimento Cívico Antipirataria na Internet. Este movimento reúne representantes da ACAPOR – Associação de Comércio Audiovisual de Portugal, AFP – Associação Fonográfica Portuguesa, AUDIOGEST – Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos, FEVIP – Federação de Editores de Videogramas, GDA – Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes, GEDIPE – Associação para a Gestão de Direitos de Autor, produtores e
PT vai reunir com IGAC para discutir combate à pirataria – JN .

A Portugal Telecom irá reunir-se na próxima semana com a Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) para discutir o combate à pirataria na Internet, afirmou hoje, quinta-feira, à Lusa o director de comunicação da PT, Abílio Martins.

O responsável disse à Lusa que a PT solicitou uma reunião com responsáveis da IGAC porque “tem todo o interesse” em discutir o combate à pirataria na Internet, depois de ter sido notificada por aquele organismo para remover ou bloquear ’sites’ que disponibilizem conteúdos pirateados. Segundo Abílio Martins, a notificação foi enviada hoje pelo IGAC para o endereço electrónico do apoio ao cliente (16200), embora a inspectora-geral das Actividades Culturais tenha referido à Lusa que enviou a notificação terça-feira. “Não se compreende porque é que não nos mandaram uma carta para os serviços sociais ou para a sede social”, lamentou o responsável, dado que o endereço 16200 se destina a responder aos clientes da PT.

A IGAC notificou a PT, enquanto fornecedora de acesso à Internet, a remover e bloquear 28 ’sites’ que disponibilizam conteúdos pirateados, como filmes e música. Apenas quatro desses 28 ’sites’ são blogues alojados no portal Sapo e apresentam ligações que remetem para ’sites’ internacionais que permitem fazer descarregamentos ilegais, não pagos, de conteúdos como filmes, séries de televisão e álbuns de música. De acordo com Abílio Martins, a PT irá “avaliar jurídica e judicialmente” estes blogues, sublinhando que tanto a empresa de telecomunicações como o portal Sapo defendem uma política de combate a divulgação ilegal de conteúdos na Internet. “O Sapo é o maior portal em Portugal e por isso defende uma cultura de não ter conteúdos ilegais.

Temos uma equipa que existe para detectar e eliminar esses conteúdos. Detectam várias centenas por mês”, referiu. O portal Sapo tem uma equipa que monitoriza permanentemente os ’sites’ alojados na sua rede e, quando identifica conteúdos ilegais, informa o utilizador de que os vais eliminar. De acordo com a PT, a empresa de telecomunicações “não pode impedir o acesso a nenhum ’site’ a não ser que tenha uma ordem judicial”. As notificações da IGAC surgiram na sequência de denúncias feitas pelo MAPINET, Movimento Cívico Antipirataria na Internet. Este movimento reúne representantes da ACAPOR – Associação de Comércio Audiovisual de Portugal, AFP – Associação Fonográfica Portuguesa, AUDIOGEST – Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos, FEVIP – Federação de Editores de Videogramas, GDA – Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes, GEDIPE – Associação para a Gestão de Direitos de Autor, produtores e

PT vai reunir com IGAC para discutir combate à pirataria – JN .

Popularity: 36% [?]

Juventude e a Newmedia

Publicado por Wendell Fernandes Em Agosto - 7 - 2009

O estudo desenvolvido por  Matthew Robson, jovem inglês de apenas 15 anos, causou imensa polémica no Reino Unido. O trabalho realizado para o banco de investimento Morgan Stanley, conquistou espaço em jornais de peso do mundo todo e um espaço na capa do Financial Times, um dos mais respeitados jornais sobre negócios e economia. Segundo Edward Hill-Wood, director executivo de meios do banco na Europa, o estudo de Robson foi um dos mais claros e interessantes já realizados.

Além da idade do autor, outro ponto fez o estudo se destacar. Diversos fundos estavam estudando possibilidades de adquirir ou intensificar investimentos em redes sociais como o Twitter e o Facebook e, na pesquisa, foi detectado que, apesar dos adolescentes estarem usando cada vez mais as social media, eles não pagariam por isso. Portanto, segundo uma matéria sobre o estudo publicada no The Guardian, do ponto de vista financeiro, esses serviços seriam praticamente inviáveis.

Ainda sobre o Twitter, ele detectou que grande parte dos adolescentes aderiram ao serviço, mas logo saíram. Primeiro, postar via celular tem custo, e eles preferem usar seus créditos para enviar mensagens de SMS aos amigos. Além disso, perceberam que seus perfis eram muito pouco vistos, o que os encorajou a desistir.

Apesar de um pouco superficial, o estudo tem pontos muito interessantes sobre as mais diversos meios. Lembrando que, apesar de ligada à realidade britânica, podemos tirar alguns pontos conclusivos em relação ao comportamento de muitos países.

Siga o link para ler o relatório integral.

Popularity: 37% [?]

Supermercados em UK criticados por promoverem comida não saudável

Publicado por Wendell Fernandes Em Junho - 6 - 2009

Os principais supermercados britânicos foram criticados por uma organização de defesa dos consumidores devido a terem quase duplicado o número de promoções nas lojas de comida não saudável durante os últimos dois anos.

Um relatório do Conselho Nacional do Consumidor diz que encontrou 54 por cento de promoções dentro das lojas das principais cadeias de supermercados que anunciavam produtos açucarados e gordos, enquanto apenas um em cada oito destes retalhistas promoviam frutas e vegetais.

“O volume de promoções nas lojas de alimentos açucarado e gordos que os supermercados estão todos a fazer é desconcertante”, diz a autora do relatório, Lucy Yates. “Esperávamos ver evidência de grandes melhorias desde a nossa última investigação, mas ficámos tristemente desapontados.”

Globalmente, a terceira maior cadeia de supermercados britânica, a Sainsbury, ficou à frente pela segunda vez consecutiva no que respeita à informação ao cliente e etiquetagem, enquanto o Co-operative Group ficou em segundo. O maior retalhista britânico, o grupo Tesco, ficou empatado em quinto lugar, enquanto a Morrisons ficou em último pela quarta vez consecutiva.

No início deste ano, o secretário britânico da Saúde disse que a Grã-Bretanha estava à beira de uma crise de obesidade, e o estudo agora divulgado pede aos retalhistas para fazerem mais pela promoção de uma alimentação saudável.

“Com tanta gente a comprar comida nestes supermercados, o seu comportamento colectivo pode influenciar fortemente os hábitos alimentares do país”, diz-se no relatório.

O estudo hierarquizou os supermercados de acordo com a quantidade de sal nos alimentos de marca própria, com a etiquetagem nutricional, com as promoções de preços, e de acordo com o critério de os doces serem vendidos nas caixas à saída, e com a informação e conselhos disponibilizados aos consumidores.

via Marketing de Peso: Supermercados britânicos criticados por promoverem comida não saudável.

Popularity: 24% [?]