Perdido na Comunicação

Como tudo. Como Todos.

O Facebook tem a sua Cara!

Publicado por Wendell Fernandes Em Setembro - 3 - 2009

Ultimamente tenho visto vários artigos em diversos sites a questionarem a possibilidade do Facebook repetir o fenómeno do Hi5 em Portugal, bem como o do Orkut no Brasil. É uma questão complexa e de um modo geral, acho que actualmente, o Facebook é a rede social que mais tem crescido em número de usuários no mundo inteiro, e dentro em breve fará frente não só ao Hi5 e Orkut, como a todas as principais redes sociais do mundo.

Porém, não acho que seja uma coisa imediata e nem tão pouco veremos massas de pessoas a apagar seus perfis no Hi5, Orkut ou Myspace. Parece-me que vai acontecer o que já está acontecendo: alguns usuários vão migrar aos poucos, iniciando um perfil no Facebook e passando cada dia menos a usar as outras redes. Até que chegar ao ponto de realmente excluir-se.

Universalidade

Embora não sendo o melhor site de rede social em termos de usabilidade, o Facebook é hoje o maior site de rede social do mundo em termos de abrangência. Foi o primeiro a quebrar a barreira cultural que existia. Durante alguns anos, observaram-se tendências a adopção cultural dos sites de rede social, ou seja, do facto de determinados sites serem utilizados dentro de determinadas fronteiras culturais de língua e costumes. Assim, a adopção dos diversos sites era bastante regionalizada. A adopção do Facebook foi na contramão: passou a englobar países que já usavam outros sites, fazendo com que os usuários migrassem para o Facebook.

O facto do site estar crescendo tanto indica sua popularização e a probabilidade de que também venha a crescer em países sul-americanos e europeus. As redes sociais não são isoladas por fronteiras geográficas e é através delas que acontecem os convites. (Vejam esse mapa recente publicado no Techcrunch sobre a abrangência do Facebook no mundo e comparem com esses outros mapas mais antigos.)

Inovação

O Facebook não é hoje do tamanho que é por nada. Foi absolutamente inovador quando permitiu que os próprios usuários criassem aplicativos para rodar na plataforma. Com isso, criou uma massa especializada de usuários que inova constantemente os aplicativos, com novos jogos, mashups, ferramentas interessantes e etc. Isso agrega muito valor ao sistema do Facebook. Hoje, por exemplo, existem várias empresas que são especialisadas em desenvolvimento de aplicativos. Com isso, gerou-se um motor de desenvolvimento interno: conforme os aplicativos geram interesse na ferramenta, mais usuários entram no Facebook por causa deles, mais o Facebook fica valorizado pelo número de usuários, mais estímulo têm os developers para melhorar e desenvolver mais aplicativos inovadores que, por sua vez, vão gerar mais usuários e fazendo um ciclo de crescimento. Novas formas de monetizar esses aplicativos estão sendo criadas e são mais um estímulo para que developers passem a desenvolver aplicativos para o sistema, gerando mais interesse na ferramenta por todo o planeta.

Diferencial

A Danah Boyd escreveu há tempos um artigo sobre o Facebook, que na época competia fortemente com o MySpace nos Estados Unidos, e a apropriação dos dois sites como forma de diferenciação de classe social. A diferenciação é uma característica humana. Ao mesmo tempo que temos uma quantidade enorme de internautas de todas as cores, classes e credos nas redes mais comuns, surge também a necessidade de ser diferente e de estabelecer fronteiras.

Penso que é possível que isso também aconteça em relação à adoção do Facebook na América do Sul e Europa. Pois já observamos as qualificações de uso das ferramentas em termos como “orkutização” e “favelização do orkut” (no caso do Brasil), sendo constantemente repetidas. Essas qualificações refletem também características da apropriação das ferramentas e é preciso que se observe de perto como isso se reflete nos diversos grupos sociais. O Facebook hoje conta com mais de 190 milhões de usuários no mundo, contra os 66 milhões no Orkut e os 60 milhões do Hi5.

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PT vai reunir com IGAC para discutir combate à pirataria

Publicado por Wendell Fernandes Em Agosto - 13 - 2009
A Portugal Telecom irá reunir-se na próxima semana com a Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) para discutir o combate à pirataria na Internet, afirmou hoje, quinta-feira, à Lusa o director de comunicação da PT, Abílio Martins.
O responsável disse à Lusa que a PT solicitou uma reunião com responsáveis da IGAC porque “tem todo o interesse” em discutir o combate à pirataria na Internet, depois de ter sido notificada por aquele organismo para remover ou bloquear ’sites’ que disponibilizem conteúdos pirateados. Segundo Abílio Martins, a notificação foi enviada hoje pelo IGAC para o endereço electrónico do apoio ao cliente (16200), embora a inspectora-geral das Actividades Culturais tenha referido à Lusa que enviou a notificação terça-feira. “Não se compreende porque é que não nos mandaram uma carta para os serviços sociais ou para a sede social”, lamentou o responsável, dado que o endereço 16200 se destina a responder aos clientes da PT.
A IGAC notificou a PT, enquanto fornecedora de acesso à Internet, a remover e bloquear 28 ’sites’ que disponibilizam conteúdos pirateados, como filmes e música. Apenas quatro desses 28 ’sites’ são blogues alojados no portal Sapo e apresentam ligações que remetem para ’sites’ internacionais que permitem fazer descarregamentos ilegais, não pagos, de conteúdos como filmes, séries de televisão e álbuns de música. De acordo com Abílio Martins, a PT irá “avaliar jurídica e judicialmente” estes blogues, sublinhando que tanto a empresa de telecomunicações como o portal Sapo defendem uma política de combate a divulgação ilegal de conteúdos na Internet. “O Sapo é o maior portal em Portugal e por isso defende uma cultura de não ter conteúdos ilegais.
Temos uma equipa que existe para detectar e eliminar esses conteúdos. Detectam várias centenas por mês”, referiu. O portal Sapo tem uma equipa que monitoriza permanentemente os ’sites’ alojados na sua rede e, quando identifica conteúdos ilegais, informa o utilizador de que os vais eliminar. De acordo com a PT, a empresa de telecomunicações “não pode impedir o acesso a nenhum ’site’ a não ser que tenha uma ordem judicial”. As notificações da IGAC surgiram na sequência de denúncias feitas pelo MAPINET, Movimento Cívico Antipirataria na Internet. Este movimento reúne representantes da ACAPOR – Associação de Comércio Audiovisual de Portugal, AFP – Associação Fonográfica Portuguesa, AUDIOGEST – Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos, FEVIP – Federação de Editores de Videogramas, GDA – Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes, GEDIPE – Associação para a Gestão de Direitos de Autor, produtores e
PT vai reunir com IGAC para discutir combate à pirataria – JN .

A Portugal Telecom irá reunir-se na próxima semana com a Inspecção-Geral das Actividades Culturais (IGAC) para discutir o combate à pirataria na Internet, afirmou hoje, quinta-feira, à Lusa o director de comunicação da PT, Abílio Martins.

O responsável disse à Lusa que a PT solicitou uma reunião com responsáveis da IGAC porque “tem todo o interesse” em discutir o combate à pirataria na Internet, depois de ter sido notificada por aquele organismo para remover ou bloquear ’sites’ que disponibilizem conteúdos pirateados. Segundo Abílio Martins, a notificação foi enviada hoje pelo IGAC para o endereço electrónico do apoio ao cliente (16200), embora a inspectora-geral das Actividades Culturais tenha referido à Lusa que enviou a notificação terça-feira. “Não se compreende porque é que não nos mandaram uma carta para os serviços sociais ou para a sede social”, lamentou o responsável, dado que o endereço 16200 se destina a responder aos clientes da PT.

A IGAC notificou a PT, enquanto fornecedora de acesso à Internet, a remover e bloquear 28 ’sites’ que disponibilizam conteúdos pirateados, como filmes e música. Apenas quatro desses 28 ’sites’ são blogues alojados no portal Sapo e apresentam ligações que remetem para ’sites’ internacionais que permitem fazer descarregamentos ilegais, não pagos, de conteúdos como filmes, séries de televisão e álbuns de música. De acordo com Abílio Martins, a PT irá “avaliar jurídica e judicialmente” estes blogues, sublinhando que tanto a empresa de telecomunicações como o portal Sapo defendem uma política de combate a divulgação ilegal de conteúdos na Internet. “O Sapo é o maior portal em Portugal e por isso defende uma cultura de não ter conteúdos ilegais.

Temos uma equipa que existe para detectar e eliminar esses conteúdos. Detectam várias centenas por mês”, referiu. O portal Sapo tem uma equipa que monitoriza permanentemente os ’sites’ alojados na sua rede e, quando identifica conteúdos ilegais, informa o utilizador de que os vais eliminar. De acordo com a PT, a empresa de telecomunicações “não pode impedir o acesso a nenhum ’site’ a não ser que tenha uma ordem judicial”. As notificações da IGAC surgiram na sequência de denúncias feitas pelo MAPINET, Movimento Cívico Antipirataria na Internet. Este movimento reúne representantes da ACAPOR – Associação de Comércio Audiovisual de Portugal, AFP – Associação Fonográfica Portuguesa, AUDIOGEST – Associação para a Gestão e Distribuição de Direitos, FEVIP – Federação de Editores de Videogramas, GDA – Cooperativa de Gestão dos Direitos dos Artistas, Intérpretes e Executantes, GEDIPE – Associação para a Gestão de Direitos de Autor, produtores e

PT vai reunir com IGAC para discutir combate à pirataria – JN .

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Twitter e as Pequenas Empresas

Publicado por Wendell Fernandes Em Agosto - 6 - 2009

O Twitter tem visto as empresas como potenciais usuários/clientes. Essa informação não é nada nova, porém, acompanhando o site Twitter101, podemos ter acesso à diversas dicas de como utilizar está ferramenta de microblog para relacionar-se com o consumidor.

Lá você poderá encontrar alguns “cases” de sucesso narrados, a exemplos dos da Dell e Pepsi, sendo possível fazer download de algumas apresentações.

Seguem abaixo uma pequena compilação de algumas dicas para usar bem o Twitter na sua empresa:

1. Pense no Twitter como um lugar para construir relacionamentos

  • Ao invés de pensar de usar o Twitter como um lugar para transmitir informações sobre sua companhia, pense que ele é uma ferramenta para construir relacionamentos. Atributos ou pricing não é tudo que o consumidor deseja saber.
  • Leia os comentários sobre sua empresa, marca, produtos ou serviço, e esteja preparado para resolver situações, oferecer serviços ou mesmo agradecer as pessoas pelas sugestões. Mas tudo de forma prática e sucinta, lembre-se que só dispõe de 140 caracteres.
  • Use um tom amigável em suas mensagens, um tom uniforme, o Twitter ter ser integrado ao seu plano de comunicação.
  • Use também as Saved Searches, pois ele permite monitorar facilmente as menções aos seus produtos ou marca.
  • Para compartilhar e amplificar ideias, use o recurso de “retweet”, muito apreciados pelos usuários do Twitter, inclusive “retweet” os elogios a si agradecendo, quando possível.
  • Publique mensagens relevantes. Por exemplo, ofereça algo exclusivo, revele os bastidores da sua empresa, publique fotos do escritório e lojas, compartilhe informações de projectos em desenvolvimento.
  • Não faça spam enviando mensagens directas para massas de usuários.Lembre-se que um dos maiores defeitos dos profissionais da comunicação actuais é atrapalhar a navegação ou o prazer de navegar. Saiba que: publicar mensagens duplicadas em uma conta é considerado spam e viola os termos de serviço.

2. Twitter funciona em tempo real

  • As mensagens do Twitter são curtas, rápidas e são capazes de alcançar uma audiência bastante grande, onde quer que ela esteja. É um meio instantâneo, o que traz uma série de implicações para as empresas que lidam com a ferramenta.
  • Você pode fazer questões, lançar ideias e solicitar feedback dos usuários – geralmente, as respostas vêm logo. A Veja na ultima semana, utilizou o Twitter como ferramenta para angariar informações para uma matéria.
  • Se você acaba de lançar um produto ou serviço, peça a opinião dos usuários ou siga suas mensagens.
  • Quando os consumidores publicam dúvidas no Twitter, elas geralmente esperam uma resposta rápida – em dias, se não em poucas horas. Fique atentos às menções (em @mentions).

3. Faça medições do valor do Twitter

  • Primeiro, verifique se sua empresa está realmente engajada no Twitter.Você está respondendo às mensagens? As pessoas estão mencionando sua empresa? São mensagens positivas ou negativas? Depois, quantifique sua experiências, observando os seguintes pontos:

  1. Veja quantas questões foram respondidas, quantos problemas de consumidores foram resolvidos.
  2. Observe se porcentagens mudaram ao decorrer do tempo.

Todas as ferramentas de comunicação devem ser estudadas antes do uso.

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O Twitter e Twiboon ajudam o IE6 a morrer!

Publicado por Wendell Fernandes Em Julho - 20 - 2009

Depois da campanha dos homens verdes durante as eleições presidenciais no Irão, a onda de ataques vira-se contra um conhecido companheiro dos usuários do Windows, o Internet Explorer 6, IE6 Must Die!

A inteligente criação do Stormideas, o Twiboon, é uma espécie de gestor de petições virtuais que usa o Twitter como base. A petição IE6 Must Die! clama pelo fim do arcaico navegador da Microsoft.

Para participar é fácil, basta acessar o site da Twiboon, colocar nome de username e password do twitter (só por garantias, troque a senha logo em seguida), e dar um pequeno click no botão Support IE6 Must Die!. Isso acrescentará ao lado esquerdo do seu avatar, o pequeno ícone da campanha, ao mesmo tempo que será enviada para o twitter uma mensagem automática com o seguinte conteúdo.

Support IE6 Must Die, add a #twibbon to your avatar now! – http://twibbon.com/join/IE6-Must-Die

A luta contra o velho navegador da Microsoft não é nova, a muito os web developers do mundo inteiro vem clamando por sua morte, pois seu atraso perante a evolução que a web apresenta é muito grande.

Eu, pessoalmente, fiz das tripas coração para organizar o CSS deste site segundo suas leis. Tal como eu, muitos o fizeram. Recentemente, juntei-me a petição por acreditar que existe hoje uma data de opções capazes de suprir a sua falta.

São 13450 entusiastas até agora. Vamos decretar a morte deste avô da Web, junte-se a campanha e vamos dar fim ao monopólio cultural que a Microsoft impôs.

Recentemente, a Google aderiu ao movimento, ao avisar usuários do YouTube que, em breve, o site de vídeos mais famoso do mundo deixaram de suportar o Internet Explorer 6.

É evidente que muitas pessoas não percebem a necessidade de mudar para um navegador mais recente, e muitas vezes acusam a velocidade de conexão pelo insucesso ao aceder a esse ou aquele site. Talvez esta petição não mude as coisas, entretanto pode servir como ajuda para que a parcela de usuários do IE6 diminua.

Primeiro é necessário perceber o motivo disso, depois talvez, cheguemos à resolução do problema. Quanto mais vozes colocarem o problema em evidência, mais rapidamente chegaremos a uma solução.

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Uma nova forma de comunicação. Google Wave.

Publicado por paulo Em Julho - 17 - 2009

O Google Wave não é uma marolinha. O novo serviço do Google, que deve ser lançado ainda este ano, pode provocar um baita tsunami na web.

Não resta a menor dúvida de que o Wave tem potencial para desencadear uma revolução. A ferramenta mistura e-mail, mensageiro instantâneo e wiki, mas vai muito além disso. Extensões dos mais variados tipos podem adicionar funcionalidades ao serviço ou facilitar a execução de tarefas pela web. Entre os diferentes tipos de complementos, os que mais se destacam são os robôs. Isso mesmo. São pequenos programas que funcionam como assistentes: basta adicioná-los a uma conversa para que eles comecem a trabalhar.

Para quem não leu nada ainda sobre o serviço, vale explicar que cada “wave” começa como uma mensagem simples. Aí, basta adicionar mais participantes ou robôs. A conversa pode seguir do modo tradicional, com uma resposta seguida da outra, ou em tempo real, como em um bate-papo por MSN – à medida que os usuários escrevem, os caracteres já aparecem na tela. É possível acrescentar mapas, arrastar imagens direto de uma pasta para o navegador, anexar arquivos e pesquisar no Google e incluir alguns dos links encontrados na wave. As possibilidades são inúmeras.

Dá para conhecer algumas das extensões já disponíveis em dois sites: o Wavety.com e o Wave Samples Gallery, este último localizado dentro do Google Code. O Bloggy permite postar o conteúdo de uma wave direto em um blog. O Tweety deixa escrever e ler mensagens no Twitter. O Dr. Weather mostra a previsão do tempo de acordo com a cidade digitada, para hoje e para os próximos três dias. A Eliza bate um papo com o usuário. O Convertsy converte medidas. Já o Roshambo joga pedra, papel e tesoura com você.

É possível ainda adicionar gadgets a uma wave. Um jogo de Sudoku, por exemplo. Ou uma partida de xadrez. Ou fazer um desenho no estilo do Paintbrush. Ou criar um mapa, gerado a partir de um endereço digitado. Com tudo isso incluído em um mesmo produto, quem vai querer enviar e receber e-mails pelas ferramentas tradicionais, como Gmail, Windows Live, Yahoo!? Não vai fazer nenhum sentido.

A grande dúvida é se os desenvolvedores do Google vão conseguir deixar o Wave pronto ainda em 2009, como têm prometido. No primeiro contato que tive com o serviço, deu para perceber por que poucas pessoas têm acesso aos convites: a versão aberta para desenvolvedores tem muitos bugs e falta implementar uma série de funções.

Conseguimos acessar o site por três navegadores: Chrome 3.0.190.4, Firefox 3.5 e Safari 4. O Internet Explorer 8 não é suportado. Algumas funcionalidades, como o corretor ortográfico Spelly, não estão funcionando muito bem ainda. Além disso, quando você cria um mapa em um wave, é muito difícil de deletá-lo. Também não é possível excluir contatos.

Vez ou outra, durante o uso do serviço, apareceu uma grande mensagem de erro que lembrou o “Bad, bad server, no donut for you” dos primórdios do orkut: “‘Everything’s shiny, Cap’n. Not to fret!” Unfortunately, you’ll need to refresh. Wanna tell Dr. Wave what happened?’”. Ou então: “This wave is experiencing some slight turbulence, and may explode. If you don’t wanna explode, please re-open the wave. Some recent changes may not be saved.” Opa! Explosão? Deu medo. Há muitos bugs mesmo.

É fato que o Wave ainda está muito cru. O engraçado é que, apesar disso, dá vontade de usá-lo e descobrir tudo o que se pode fazer. Impressionante ver também como os desenvolvedores parecem engajados em criar extensões para o serviço, antes mesmo de ele ter estreado. Tudo isso mostra como ele tem futuro. A contagem regressiva começou. O maremoto está vindo.

via INFO online

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